younger than yesterday
18 de Fevereiro de 2006


Biff Bang Pow era a banda de Alan McGee, o dono da editora Creation Records, para onde gravaram bandas tão ilustres como Primal Scream, Felt, The House Of Love, Ride ou Oasis. Deles se dizia que era a única banda da editora que não seria despedida. Alan fazia-o por paixão pela música. Com “Songs... ...” os Biff Bang Pow apresentavam um som completamente acústico, sem bateria, mas as mesmas melodias pop que já havia editado com “Oblivion”, incluído integralmente na versão em cd de “Songs... ...”, e em “The Acid House”. Música influenciada pelas bandas pop dos anos 60.

publicado por abílio nova às 13:04 link do post
17 de Fevereiro de 2006



Este é outro disco da década de 80 que permanecerá bem guardado na memória de muitos. Formado por um duo de Liverpool, os It’s Immaterial apenas editaram dois albuns, o referido e “Song” de 1990. As canções são simples, com batidas elctrónicas, piano, harmónica e cordas.

publicado por abílio nova às 09:04 link do post
16 de Fevereiro de 2006



Este foi, e ainda é, considerado um disco perfeito, e em 1987 foi, por muitos, considerado o disco do ano. Depois de terminar a banda de que era vocalista, os Japan, David iniciou uma brilhante carreira a solo, que atingiu o apogeu com “Secrets... ...” Neste disco as canções são lindas, os arranjos fabulosos e o piano do japonês Ryuichi Sakamoto é irrepreensível.


publicado por abílio nova às 00:50 link do post
15 de Fevereiro de 2006



O que escrevi sobre The Millennium nos post anterior aplica-se, textualmente, aos Sagittarius, projecto de Gary Usher, habitual colaborador e produtor dos The Beach Boys. Com canções como “My World Fell Down” este é um disco indispensável.




publicado por abílio nova às 00:25 link do post
14 de Fevereiro de 2006



The Millennium era constituído por amigos dos The Beach Boys, Gary Usher, habitual produtor e membro dos Sagittarius e Curt Boetcher, que também integrava os The Ballroom. São sons completamente identificados com o denominado “Summer Of Love” da California, com lindas e melodiosas canções pop e arranjos sofisticados para a época.





publicado por abílio nova às 09:12 link do post
13 de Fevereiro de 2006



Esta é sem dúvida uma das capas da história da música popular anglo-saxónica. Pouco tempo antes da edição do disco, Ian Curtis tinha cometido suicídio em casa da mãe. Era o fim de uma banda, cuja música ainda hoje provoca arrepios a quem a ouve, tal o sentimento de tristeza e desolação que transmite.
Os outros músicos continuaram sob o nome New Order que todos conhecerão.

publicado por abílio nova às 10:42 link do post
12 de Fevereiro de 2006



Dificilmente se adivinharia, olhando para esta capa, que quatro cabeludos com um ar “flower power” editavam em 1986 um delicioso album de música pop. Quatro australianos liderados por um magnífico cantor, Steve Kilbey, apresentavam um som delicado, influenciado pelos The Byrds, quer na voz, quer nas guitarras.

publicado por abílio nova às 00:08 link do post
11 de Fevereiro de 2006



“This World... ...” é um dos maravilhosos discos pop do novo milénio. Com influências dos Love, The Beach Boys, The Byrds ou John Cale, os The Witch Hazel Sound criaram um disco para ouvir em grandes dias de sol. Escreveu o London Telegraph: one of the "Five Essential Albums From America's Psychedelic Subculture". Com composições de Kevin Coral e a voz de Mark F., acompanhada do trompete de Jason Richardson, este disco é uma das preciosidades esquecidas na música pop.

publicado por abílio nova às 12:45 link do post
10 de Fevereiro de 2006


Embora comparados a projectos como Palace Brothers ou Wilco, Scud Mountain Boys, a primeira banda de Joe Pernice (nome ligado a outras bandas como The Pernice Brothers, Chappaquiddick Skyline e Big Tobacco) era mais do que o som americano com influências country, a denominada “Americana” ou “alt-country”.

O que se ouve em “Massachusetts” são grandes canções sobre a América, num tom acústico e melancólico ou em cores pop.

publicado por abílio nova às 00:22 link do post
09 de Fevereiro de 2006


“Deserter’s Songs” foi, quase unanimemente, considerado o melhor disco de 1998. Era o regresso esplendoroso de uma banda que havia atravessado graves problemas no passado, a maioria dos quais motivados pelo anterior vocalista, David Baker, em constantes conflitos físicos com os restantes elementos que quase os levou à morte. Tudo é belo, triste e melancólico em “Deserter’s Songs”.


publicado por abílio nova às 00:07 link do post
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PRECIOSO DESCUBRIMIENTO...MUITO OBRIGADA!
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Muy buen blog, lo sigo siempre, saludos.
muchas gracias por subir mi música. Sebastian. Sou...
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