younger than yesterday
21 de Janeiro de 2006


Tram são um duo: Paul Anderson e Nick Avery. A música de Tram é frágil, bela, melancólica, triste, negra, trazendo memórias de Nick Drake, Tim Buckley ou Leonard Cohen. “Heavy Black Frame” é o primeiro album editado na extinta Piao Records. Em Setembro de 2002, os Tram deram por terminada a carreira consubstanciada em 3 albuns.







publicado por abílio nova às 10:13 link do post
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20 de Janeiro de 2006


A corresponder a esta capa está um grande disco de uma banda que passou por várias vicissitudes, a principal das quais foi a saída do guitarrista Terry Bickers, após a edição deste disco, para formar os Levitation. Apesar de continuarem a fazer bons discos, nunca os The House Of Love foram tão bons.

Para ser um album perfeito só faltou incluírem o single “Destroy The Heart”.

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publicado por abílio nova às 09:51 link do post
19 de Janeiro de 2006


Os The Chameleons formaram-se em 1981, em Middleton, norte de Manchester. A música de “Script Of The Bridge”, o primeiro de três discos editados até 1985, é duma energia e beleza avassaladoras, com a omnipresença das duas guitarras eléctricas, e uma secção rítmica de bateria e baixo vibrante. A capa desenhada pelo vocalista não mereceu apreciações favoráveis na época e, mesmo actualmente, diz-se que prejudica o conteúdo musical de excelência do disco, mas não restam dúvidas de que é uma das mais marcantes da década de 80. Sorte daqueles que assistiram ao concerto em Lisboa, por volta de 1983.Após longos anos de separação, os The Chameleons regressaram com um disco completamente acústico “Strip”, em que interpretam velhos temas, e ultimamente são conhecidos novos trabalhos da banda.



publicado por abílio nova às 08:44 link do post
18 de Janeiro de 2006


O primeiro album dos The Stone Roses caiu como uma bomba em 1989 e foi por muito considerado o último grande disco da década. A banda é que não suportou as atenções da imprensa, e desentendimentos entre os músicos e a editora Silvertone, levou a que o segundo, “Second Coming”, bastante mais fraco, apenas visse a luz do dia cinco anos depois. Mas, “The Stone Roses” é um disco memorável e tornou-se, juntamente com “Pills'n'Thrills and Bellyaches” dos The Happy Mondays, o expoente máximo do movimento que se convencionou chamar “Madchester”, pelos ritmos dançáveis que eram introduzidos no som das bandas, aliada ao consumo de substâncias ilícitas na lendária Hacienda de Manchester. O New Musical Express colocou este disco entre os 50 melhores da década de 80 e entre os 5 melhores de sempre.

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publicado por abílio nova às 08:48 link do post
17 de Janeiro de 2006


Em 1984 este disco caiu como uma bomba nos meios musicais britânicos. Com o pugilista Joe Dallessandro na capa, em foto tirada por Andy Warhol, os The Smiths ocuparam as primeiras páginas de todas as publicações musicais britânicas. A dupla Morrissey/Marr dava início a quatro anos de profunda criatividade na música pop. Em 1983 já haviam sido eleitos, pelos leitores do semanário inglês New Musical Express, “a melhor nova banda”. Tudo era planeado cuidadosamente pela banda, desde as capas dos albuns até aos vídeos de promoção das canções.

publicado por abílio nova às 08:43 link do post
16 de Janeiro de 2006


Contendo canções espalhadas por singles editados por diversas editoras, como a Pointy, a espanhola Elefant, a Johny Kane, etc., “Suburban Light”, como disco, foi uma fantástica surpresa para aqueles que até aí não conheciam os The Clientele. É fácil gostar de The Clientele, com a característica voz nasalada de Alasdair Maclean e a omnipresente guitarra, de onde brotam sons cristalinos. As canções são de extrema delicadeza, transmitindo a sensação de melancolia e tristeza, típicas de um dia de Inverno.

publicado por abílio nova às 00:31 link do post
15 de Janeiro de 2006


O primeiro album dos Primal Scream é o único em que participa um dos fundadores, Jim Beattie, o qual, face ao pouco sucesso do disco e ao medo de andar de avião, abandonou a banda e formou com Judith Boyle os Spirea X e, mais tarde, os Adventures In Stereo, de que já falei aqui. Bobby Gillespie, no entanto, era o génio por trás da banda. Após tocar guitarra baixo com os The Wake e bateria com os The Jesus & Mary Chain (no album Psycho Candy), Bobby iniciou um processo de constante metamorfose da música (para a qual muito contribuiu o teclista Martin Duffy, que tocava com os Felt) que teve o seu apogeu com o melhor album do ano de 1991, “Screamadelica”, o qual misturava o som original da banda com a influência dos Dj’s britânicos da época. “Sonic Flower Groove”, no entanto, é um disco à medida dos The Byrds: “jangle guitars”, voz melodiosa, típica de Gillespie, música pop claramente com influência dos sons 60's. Poder-se-ia dizer da capa do disco que é uma actualização de “Younger Than Yesterday” dos The Byrds.

publicado por abílio nova às 10:22 link do post
14 de Janeiro de 2006


Um saco de dinheiro. O que qualquer nova banda deseja, após edição de um disco. Foi esta a capa do segundo album dos escoceses Teenage Fanclub. Corria o ano de 1991 e a guerra no Golfo havia começado alguns meses antes. Integrados na lendária editora de Alan Mac Gee, a Creation Records, os Teenage Fanclub viram este disco classificado entre os 10 melhores do referido ano, ultrapassado apenas por discos como “Screamadelica” dos Primal Scream, “Nevermind” dos Nirvana ou “Blue Lines” dos Massive Attack. É um disco absolutamente delicioso, recheado de canções pop que só os escoceses conseguem compor. Precisamente devido ao denominado “scottish pop”, há quem questione se a Escócia não estará mais próxima da Califórnia do que se julga.




What You Do To Me mp3
publicado por abílio nova às 11:03 link do post
13 de Janeiro de 2006


Em 1967 os Pink Floyd eram Roger Waters, Nick Mason, Richard Wright e o génio de Syd Barrett, vocalista e guitarrista. Quando escreveu “See Emily Play” Syd Barrett tinha 21 anos. Após a sua saída e substituição por David Gilmour, os Pink Floyd tornaram-se o “pastelão” musical que todos conhecemos. “See Emily Play” é por muitos considerado um dos 5 melhores singles de sempre. Na realidade, em 1967 ninguém compunha como Syd Barrett e os Pink Floyd. A música é demasiado complexa para o seu tempo. Atrever-me-ia a dizer que se “See Emily Play” fosse editado em 2006, por uma banda qualquer, o impacto seria enorme. Está lá a música pop, a distorção da guitarra, os sons psicadélicos e a voz única de Syd Barrett.



publicado por abílio nova às 08:40 link do post
12 de Janeiro de 2006


“Coming To Terms” é um disco próximo do silêncio. É a melancolia que brota dos sons das guitarras. É a voz resumida a um sussurro. A música é simples, frágil, súbtil.


publicado por abílio nova às 08:58 link do post
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PRECIOSO DESCUBRIMIENTO...MUITO OBRIGADA!
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Muy buen blog, lo sigo siempre, saludos.
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