younger than yesterday
31 de Janeiro de 2006


Este é um dos discos mais tristes e sombrios de sempre. A capa do mesmo é já indicativa do que se pode ouvir. Para aqueles que nunca ouviram Dead Can Dance, poderão, desde já, ficar informados de que estamos perante uma das bandas de culto da história da música. Formados pela dupla Brendan Perry e Lisa Gerrard (cuja voz a maioria conhecerá do filme “Gladiator”) e acompanhados por uma legião de músicos e instrumentos de toda a espécie, os Dead Can Dance varreram a década de 80, no capítulo da beleza e arranjos das canções. Este é, para muitos, considerado o album mais negro da banda, gravado pouco depois do falecimento de um amigo.

publicado por abílio nova às 08:44 link do post
30 de Janeiro de 2006


“Pet Sounds” ainda é para muitos o melhor disco de sempre. Até Paul McCartney, dos The Beatles, ficou assombrado com a inspiração contida em “Pet Sounds” e disse publicamente que seria impossível os The Beatles fazerem melhor. Ao contrário do que se possa pensar os The Beach Boys não era apenas uma banda de “surf music”, praia, mulheres bonitas.

publicado por abílio nova às 09:58 link do post
29 de Janeiro de 2006




The Pines são Pamela Berry e Joe Brooker dos The Foxgloves (ver o que escrevi aqui. = som da banda é uma mistura de música country e a típica melancolia britânica. De Pam Berry poder-se-á dizer que é a melhor cantora dos últimos 15 anos. Foi vocalista dos Black Tambourine, dos Glo-worm, dos The Shapiros, dos The Relict, dos Snowdrops, etc. Ambos os ep’s são lindíssimos. Das guitarras de Joe Brooker brotam sons cristalinos.






publicado por abílio nova às 10:45 link do post
28 de Janeiro de 2006


Esta é uma capa que diz quase tudo sobre o seu conteúdo musical. A música dos Saint Etienne é pop na verdadeira acepção da palavra, não o pop que se ouve durante dois meses e se esquece, mas aquele que perdura no tempo, aquele que se renova em cada audição. Não foi por acaso que “Foxbase Alpha” foi unanimemente considerado um dos melhores discos do ano de 1991.


publicado por abílio nova às 09:53 link do post
27 de Janeiro de 2006


Depois de em 1999 a editora de Manchester, Vespertine, ter fechado as portas, pouco depois da edição de “Seventeen Stars” dos The Montgolfier Brothers, eis que com “Quigley’s Point” de At Swim Two Birds, projecto a solo do vocalista Roger Quigley, o regresso é absolutamente triunfal, com uma ligeira diferença no nome, Vespertine & Son. A música de “Quigley’s Point” é intimista, suave, transmitindo a sensação de que o tempo não existe. A capa marca todo o estilo das edições da Vespertine & Son, o branco e preto, com desenhos de Roger Quigley.

publicado por abílio nova às 09:04 link do post
26 de Janeiro de 2006


Noel Scott Engel, um americano do Ohio, veio para Inglaterra em 1965, onde juntamente com Jonh Maus e Gary Leeds, forma os The Walker Brothers. Com o single “Make It Easy On Yourself”, original de Burt Bacharach, os The Walker Brothers atingiram o 2º lugar do “Top Ten” inglês. No entanto, Noel, que adoptaria o nome artístico Scott Walker, não conseguia conviver com o assédio dos fans e da imprensa. Em 1967 o grupo desfez-se. Scott Walker inicia então uma carreira a solo que todos consideram brilhante, não pelo sucesso que tenha obtido na época, mas pela influência que deixou em gerações futuras de músicos, dos quais se destacam os Tindersticks, Perry Blake ou The Divine Comedy. Entre 1967 e 1969 edita quatro albuns, todos com o título “Scott”, “Scott 2”, Scott 3” e Scott 4”. Todos os quatro albuns estão recheados de canções melancólicas, acompanhadas por orquestra e pela voz de Scott, sem dúvida um dos melhores cantores de sempre.

publicado por abílio nova às 00:12 link do post
25 de Janeiro de 2006


“What Cannot Be, But Is” é o terceiro album de um duo de Chicago, constituído por Hewson Chen, voz, guitarras e sintetizadores, e Joshua Klein, sintetizadores e ritmos. Joshua Klein integrou a formação dos Aden e Toulouse, e Hewson Chen os Alsace Lorraine. A música circula entre influências de Joy Division/New Order, Depeche Mode e The Magnetic Fields. A voz de Hewson Chen, no entanto, é o ponto fulcral, uma espécie de Frank Sinatra dos tempos modernos.


Editado pela espanhola Acuarela, trata-se de um disco imprescindível.





publicado por abílio nova às 08:36 link do post
24 de Janeiro de 2006


Quando Ivo Watts-Russel, patrão da 4AD recebeu as “demos” de “Down Colourful Hill” imediatamente percebeu que havia um toque de génio, quer nos poemas, quer na música de Mark Kozelek. Quem conhece Red House Painters e a música de Mark Kozelek, quer a solo, quer no novo projecto Sun Kil Moon, sabe que pode encontrar canções tristes, melancólicas, guitarras dedilhadas e uma voz que transpira desespero.

Não gosta de entrevistas, não gosta de aparecer em espectáculos. Falhou, aliás, um concerto em Portugal.



publicado por abílio nova às 00:30 link do post
23 de Janeiro de 2006


Trembling Blue Stars é o terceiro projecto de um dos maiores génios da música inglesa. Nascido das cinzas dos The Field Mice, banda que foi uma das mais lendárias da Sarah Records, e do ulterior projecto, só com Annemarie Davis ( a sua namorada na época), Northern Picture Library, Trembling Blue Stars foi formado por Robert Wratten, Harvey Williams que gravava para a Sarah com o nome Another Sunny Day e Gemma Townley da banda Blueboy.




publicado por abílio nova às 00:31 link do post
22 de Janeiro de 2006


Spoonfed Hybrid foi um duo formado por Ian Masters (ex-Pale Saints e actualmente com vários projectos, como se pode ver no website dfuse) e Chris Trout (ex-AC Temple). Em Spoonfed Hybrid a música é melancólica, simples, com guitarra acústica, piano, orgão, xilofone e eventuais ritmos electrónicos.
publicado por abílio nova às 12:39 link do post
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PRECIOSO DESCUBRIMIENTO...MUITO OBRIGADA!
Grande rockada !
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I presume the cover is a homage to Spacemen 3....h...
Muy buen blog, lo sigo siempre, saludos.
muchas gracias por subir mi música. Sebastian. Sou...
saludos sebastian. gracias.
muy bueno el blog, me gusta la variedad de música ...
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